Educando Por Meio de Filmes!

novembro 08, 2016
  • Um filme não precisa ser didático para ensinar valores importantes na formação dos alunos.

    Filmes conciliam entretenimento e reflexão, podem ser assistidos em casa, na companhia dos pais e amiguinhos, além de ser uma oportunidade para comer aquela pipoquinha!

    Pensando nisso, selecionamos algumas indicações:

  • Billy Elliot, 2000. Classificação: livre.
    A história de um garoto que decidiu largar o boxe e se dedicar ao Ballet, que era sua paixão. O filme traz um debate sobre preconceitos e discriminação ao tratar do balé como algo “impróprio” para meninos, nos padrões daquela sociedade.
  • Escola de Rock, 2003. Classificação: livre.
    Nesta história, o personagem foi demitido de sua própria banda e vai lecionar em uma escola tradicional O filme mostra que aprender não está atrelado apenas a um livro, mas que muitos outros recursos podem ser usados (prática que utilizamos em nosso colégio, com diversos projetos aplicados nas rotinas dos alunos!!).
  • Legalmente Loira, 2001. Classificação: livre.
     Elle Woods tem tudo que as adolescentes desejam, é linda, tem muito dinheiro e namora o garoto mais cobiçado da escola, mas quando ele entra na faculdade a deixa, alegando que ela é fútil. Então, Elle, ingressa na mesma faculdade decidida a provar o contrário! O filme traz uma discussão sobre estereótipos, mostrando que as coisas podem ser diferentes.
  • Uma Mente Brilhante, 2001. Classificação indicativa: 12 anos.
    Baseado em fatos reais, o fala sobre John Nash que desenvolve um complexo teorema matemático aos 21 anos. Após vários percalços, ele é diagnosticado com esquizofrenia. Por meio deste, podemos refletir sobre o lugar dos “gênios” na história e a doença tratada no filme.
  • A Onda, 2008. Classificação indicativa: 16 anos.
    Um professor se torna popular entre os alunos por meio de um trabalho sobre fascismo onde é proposta uma sociedade fechada, mas o exercício é tão bem aplicado que sérias consequências aparecem. O filme mostra os benefícios que o conjunto gera, mas trata também do fanatismo, racismo e xenofobia como doenças da sociedade.

     

    Fonte:  Educar para Crescer.

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